Pedro Demo*

 

 

 

 

 

 

Analiso dados de Todos pela Educação[1] sobre “aprendizado adequado”, segundo o Ideb de 2015 (comparado com o de 1995), com o intuito de indicar preocupação gritante com decadências “anunciadas” em estados mais avançados como Distrito Federal e São Paulo (nos anos finais e ensino médio), enquanto desponta, em especial nos anos iniciais e finais, Ceará. Atenho-me apenas aos dados do Ideb, sem ter estudado cada caso em particular, razão pela qual a interpretação precisa ser tomada cumgrano salis. Pode-se, naturalmente, questionar os dados do Ideb, por várias razões, entre elas porque propendem a captar memorização e domínio de conteúdo (“proficiências”), mais que “aprendizagem” propriamente (Zhao, 2009; 2012), ou porque abrigam deficiências de aplicação (é comum o relato de que estudantes fazem a prova sem interesse ou com explícita má vontade), ou porque é manipulado na escola via “treinamentos forçados” (simulados semanais, por exemplo) ou por foco apenas nas duas disciplinas contempladas no teste etc.

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Sérgio Mascarenhas*

 

O futuro da humanidade depende da união virtuosa da Ciência e Tecnologia com as Humanidades (Artes, Literatura,História,Filosofia). C.P.Snow denominou essa utopia de Terceira Cultura. Uma realização efetiva dessa transdisciplinaridade já ocorre com o uso de sofisticadas tecnologias como das áreas de Matemática, Física, Bioinformática com Música, Artes Plásticas e Linguística.

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Pedro Demo*

Proponho avaliar a graduação em nossas universidades indiretamente, através do desempenho escolar dos pedagogos e licenciados. Este tipo de avaliação deve ser tomado com cautela, porque não se pode traçar associação direta, linear (mecanicista) entre desempenho docente e discente. Há pelo menos duas razões para não fazer esta associação linear. Primeiro, porque em estatística, correlação sugere associação de variáveis, não causação. Segundo, porque, dando-se aprendizagem na mente do estudante, não na aula docente, o docente não pode “causar” a aprendizagem no estudante; pode mediar. Não há como o docente aprender, ler, estudar, pesquisar pelo estudante, porque aprendizagem é, substancialmente, exercício de autoria, não de reprodução.

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*José Monserrat Filho 

“Tais extraterrestres teriam entendido que, para garantir sua sobrevivência a                 

longo prazo, precisariam erradicar a desigualdade social.” Marcelo Gleiser (1)

 

Que civilização, que valores, que mentalidade, que tipo de vida estamos levando para o espaço cósmico, desde que aprendemos a construir foguetes, satélites e naves espaciais, nas décadas de 30, 40 e 50 do século XX? Quando usaremos o espaço somente para fins pacíficos?

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Isaac Roitman, professor emérito da Universidade de Brasília e presidente da Comissão do Movimento 2022: "O Brasil que queremos", escreve para o Blog da Política Brasileira

 

No século XXI o conhecimento, particularmente nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação, é o principal capital de uma nação. Essas áreas estão diretamente envolvidas para melhorar a qualidade de vida da população e para enfrentar os problemas sociais, urbanos e ambientais.

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